Antártida | Crítica: superprodução nacional é uma aula chata de como ser superficial no cinema


Uma cientista chamada Inês (Marina Ruy Barbosa) chega à estação brasileira na Antártida para seguir sua pesquisa, mas é vítima de um crime sexual. Confinados no local por questões climáticas, o grupo liderado pela Subcomandante Elisabeth (Andrea Beltrão) será envolvido em uma acareação a fim de descobrir o eventual culpado pelo abuso cometido.
Literal em seus diálogos e plano em seus personagens, Antártida mais parece uma aula dedicada a adolescentes de ensino médio que precisam escutar obviedades a fim de reforçar uma construção de caráter. Não há sutileza ou a dúvida elegante que normalmente acompanha os suspenses ao estilo whodunnit. Aqui, opta-se pela exposição ao extremo.
Crítica completa de Antártida em vídeo:
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Nota: 1/5




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