Ato Noturno | Crítica
- Messias Adriano

- 14 de jan.
- 1 min de leitura

Um jovem ator e um jovem político se envolvem em uma relação sigilosa que, inicialmente, pode ser prejudicial se tornada pública em relação ao candidato a prefeito, mas posteriormente vai ganhando outros contornos e complicadores em uma trama de sensualidade e perigos.
A dupla de diretores Marcio Reolon e Filipe Matzembacher (“Tinta Bruta”, “Beira-Mar”) faz um thriller com ares de Brian de Palma em seus assassinos de luva, câmeras subjetivas e um certo fetichismo voyeur, mas dessa vez com respeito às sexualidades maior do que nos Anos 80. O resultado é um filme raro de se ver hoje em dia.
Crítica completa de Ato Noturno em vídeo:
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Nota: 4/5







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