Futuro Futuro | Crítica: a inteligência artificial não vai salvar o mundo. Mas quem disse que iria?
- Messias Adriano

- 22 de jul.
- 1 min de leitura

Em Futuro Futuro, filme que levou os principais prêmios do Festival de Brasília de 2025, a inteligência artificial já se estabeleceu, mas a melhora de vida ficou na promessa. Um homem que conheceremos apenas como K acorda desmemoriado e tenta entender o que acontece nessa sociedade estratificada enquanto sonhos (ou lembranças) insistem em se manifestar na mente do protagonista.
O filme dirigido e roteirizado por Davi Pretto (Continente) ora instiga a curiosidade com seus conceitos e personagens, ora se torna enfadonho por seu desenvolvimento aborrecido e símbolos jogados. Mas a reflexão ao final permanece na cabeça.
Crítica completa de Futuro Futuro em vídeo:
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Nota: 3/5




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