Natal Amargo | Crítica: Almodóvar e a autoironia sobre fazer cinema
- Messias Adriano

- 27 de mai.
- 1 min de leitura

Pedro Almodóvar, autor consolidado no cinema mundial, retorna à grande tela em alto nível, dessa vez refletindo sobre... Ser um autor consolidado no cinema mundial.
Raúl (Leonardo Sbaraglia) é um renomado diretor e roteirista que, em meio a uma certa crise criativa, tenta escrever um filme sobre Elsa (Barbara Lennie), que por sua vez também é uma diretora de cinema. Ambos inspiram suas obras no acontecimentos que ocorrem ao seu redor, o que enfurece algumas pessoas, que acusam os autores de expor dores íntimas alheias sem a devida autorização.
Com tons de metalinguatem muito bem construídos e um brilhantismo que só um roteirista talentoso poderia imprimir na tela, o filme funciona como uma ode ao trabalho criativo, cheio de ironias, acidez e dramas (melodramas?) que são característicos da obra do cineasta espanhol.
Crítica de Natal Amargo completa em vídeo:
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Nota: 4/5




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