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Natal Amargo | Crítica: Almodóvar e a autoironia sobre fazer cinema

  • Foto do escritor: Messias Adriano
    Messias Adriano
  • há 3 horas
  • 1 min de leitura
Natal Amargo Crítica

Pedro Almodóvar, autor consolidado no cinema mundial, retorna à grande tela em alto nível, dessa vez refletindo sobre... Ser um autor consolidado no cinema mundial.


Raúl (Leonardo Sbaraglia) é um renomado diretor e roteirista que, em meio a uma certa crise criativa, tenta escrever um filme sobre Elsa (Barbara Lennie), que por sua vez também é uma diretora de cinema. Ambos inspiram suas obras no acontecimentos que ocorrem ao seu redor, o que enfurece algumas pessoas, que acusam os autores de expor dores íntimas alheias sem a devida autorização.


Com tons de metalinguatem muito bem construídos e um brilhantismo que só um roteirista talentoso poderia imprimir na tela, o filme funciona como uma ode ao trabalho criativo, cheio de ironias, acidez e dramas (melodramas?) que são característicos da obra do cineasta espanhol.


Crítica de Natal Amargo completa em vídeo:



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Natal Amargo Crítica

Nota: 4/5


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