O Bosque Selvagem (Wildwood) | Crítica


Em uma era que nos encaminhamos para dependermos cada vez menos de trabalhos manuais e cada vez mais de inteligências artificiais, os Estúdios Laika usam a arte do stop-motion como escudo a esse imediatismo que produz tantas bobagens. Já vimos isso em Kubo e as Cordas Mágicas, por exemplo.
Por isso mesmo, é um tanto decepcionante perceber que um diretor e um estúdio com tanto coração na ponta dos dedos tenha produzido uma obra tão embotada de emoções. No meio de tantos clichês de aventuras, o filme acaba se perdendo no caminho, a ponto de não darmos a mínima se a protagonista conseguirá ou não o próprio objetivo.
O que também não quer dizer que o filme é ruim.
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Nota: 3/5




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