Ponto Sem Retorno (The Dog Stars) | Crítica: um dos piores do Ridley Scott
- Messias Adriano

- há 15 horas
- 1 min de leitura

Ridley Scott já nos presenteou com obras excepcionais (Blade Runner, Alien) e filmes medianos, mas que ainda possuem um certo tipo de valor na construção de personagens (Napoleão, Gladiador). Em Ponto Sem Retorno, o diretor mostra que também sabe fazer porcarias.
Em um mundo pós-apocalíptico, Hig (Elordi) e Bangley (Brolin) discordam em relação à abertura que eles devem dar às eventuais pessoas desconhecidas. É quando Hig decide seguir uma transmissão misteriosa que ele escutou pelo rádio do avião que pilota, em busca de uma esperança de melhoria na vida tão ruim que ele crê viver.
Ocorre que o drama baseado nos traumas do passado do protagonista Hig é terrivelmente maçante, se estendendo muito mais do que o que deveria. Pior ainda, a sensação que dá é que o foco dado pelo filme é nesse drama ruim, quando poderia ter os olhos voltados para uma construção de universo bem mais curiosa de elementos que são pontuados no terço final.
Crítica de Ponto Sem Retorno (The Dog Stars) em vídeo:
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Nota: 2/5




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