A Terra do Meu Pai (Fatherland) | Crítica: Pawlikowski mantém elegância em drama de pós-guerra


A Terra do Meu Pai (Fatherland) coloca não só o ganhador do Prêmio Nobel e escritor renomado Thomas Mann no centro de sua discussão, mas também a filha desse homem, Erika Mann (Sandra Hüller). A estratégia funciona por fugir de reflexões que poderiam se mostrar impenetráveis ao espectador caso o escritor seguisse seus dramas sozinho, sem a ajuda dessa intermediária para com o público.
Mas muito além de uma obra com boas estratégias de roteiro, A Terra do Meu Pai se constitui de um fechamento de uma trilogia sobre a Guerra Fria do diretor (que conta também com Ida e Guerra Fria) sublime. A elegância dos planos é significativa para a trama e consegue resumir bem o talento do diretor Pawel Pawlikowski.
Crítica completa de A Terra do Meu Pai (Fatherland) em vídeo:
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Nota: 4/5




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