O Estrangeiro | Crítica: adaptação de Ozon do clássico de Camus
- Messias Adriano

- 15 de abr.
- 1 min de leitura

Uma das pedras fundamentais do existencialismo francês e da filosofia do absurdo, O Estrangeiro, de Albert Camus, é uma obra literária até hoje bastante discutida por sua importância e qualidade ao costurar forma e conteúdo, especialmente no que diz respeito ao pensamento do protagonista refletido no livro.
Meursault (Benjamin Voisin) é um francês vivendo na Argélia ainda ocupada pela França. O jovem comete um assassinato de um árabe e será julgado pelo crime que cometeu, mas também por sua vida e atitude pregressas.
A adaptação de Ozon ora consegue refletir a potência do pensamento filosófico de Camus, ora soa como um exercício de vaidade oco. Ao redor das ambições da obra, existem qualidades, mas também defeitos que a fazem ficar no meio do caminho.
Crítica completa de O Estrangeiro em vídeo:
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Nota: 3/5




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