Unabomber | Crítica: exploração do serial killer por vezes falha, mas também instiga


Há algo de pasteurizado nesta nova produção Netflix. Seguindo todos os protocolos para audiências apressadas, há muitas simplificações no roteiro de Sam Chalsen e Nelson Greaves, é verdade. No entanto, existem também elementos que instigam a curiosidade, ainda que pouco explorados.
Seguindo duas linhas de tempo distintas, acompanharemos a busca do FBI pelo serial killer Ted Kaczynski (conhecido popularmente na época por Unabomber) nos Anos 90, mas também um período da juventude do rapaz nos Anos 50 no qual, em Harvard, o garoto foi cooptado por um professor de psicologia chamado Henry Murray (Russell Crowe) a participar de um experimento envolvendo debates a fim de subsidiar estudos acerca da mente humana.
Uma dessas linhas até que funciona bem. A outra é um desastre cheio de clichês do gênero. Sobra um filme morno com uma atuação competente do Jacob Tramblay como Kaczynski e alguns pontos que poderiam ser melhor explorados.
Crítica completa de Unabomber em vídeo:
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Nota: 3/5




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