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A Sombra do Meu Pai | Crítica: o agente discreto

  • Foto do escritor: Messias Adriano
    Messias Adriano
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura
A Sombra do Meu Pai crítica

As eleições presidenciais nigerianas de 1993 foram um acontecimento marcante e trágico na história recente daquele país. Tal pleito foi o primeiro após um longo período antidemocrático na Nigéria, que vivia sob uma ditadura militar, mas acabou sendo cancelado logo após o anúncio da vitória da oposição ao regime, o que levou o governo a encarar fortes protestos em muitas cidades.


É nesse contexto que surge a história de Folarin (Sope Dirisu) e seus dois filhos pequenos, um de 8, outro de 11 anos. Semibiográfico, este conto é escrito pelos dois irmãos e narra um dia na vida no trio, que sai de uma pequena cidade na Nigéria para a caótica Lagos, na qual o pai buscará receber da empresa que trabalha o salário atrasado.


Com algumas semelhanças ao filme brasileiro O Agente Secreto, Akinola Davies Jr. constrói uma ode à memória de um período ao mesmo tempo tão belo e tão feio. Belo na memória das crianças, mas feio na memória de um país em conflito e instabilidade.


Crítica de A Sombra de Meu Pai completa em vídeo:



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A Sombra do Meu Pai crítica

Nota: 4/5


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